Precisamos realizar as cirurgias adiadas pela pandemia

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Precisamos realizar as cirurgias adiadas pela pandemia

Artigo publicado na Inglaterra estima que mais de 28 milhões de procedimentos cirúrgicos foram adiados

14 de julho de 2020

A pandemia do novo coronavírus também causou problemas às pessoas que estavam na fila para realizar cirurgias. Em março o Ministério da Saúde recomendou que as operações não urgentes fossem adiadas para que os leitos das UTIs ficassem livres para pacientes com COVID-19. Porém, passados três meses da recomendação, aqueles cidadãos que aguardavam para realizar seus procedimentos cirúrgicos estão ansiosos pela solução. E com razão.

“Compreendemos a necessidade de adiar algumas cirurgias para que o sistema de saúde pudesse se dedicar à pandemia, porém não podemos ignorar que esses procedimentos precisam ser retomados. Temos uma fila de pacientes que sofrem com dores crônicas ou que carecem das operações para confirmar diagnósticos e iniciar seus tratamentos”, comenta Paula Mateus, uma das fundadoras da VIDIA.

Os adiamentos atingiram as cirurgias eletivas, ou seja, aquelas que não são apontadas como urgentes. Mas isso não quer dizer que são procedimentos dispensáveis. Ao contrário do que muitos podem pensar, cirurgias eletivas não são cirurgias estéticas.

Entre as cirurgias eletivas estão, por exemplo, algumas ortopédicas para próteses de joelho e quadril necessárias para que pacientes com patologias que geram dores crônicas possam recuperar mobilidade e ganhar qualidade de vida. As operações para retirada de hérnias e as cirurgias para varizes – como a realizada por Maria Magda, primeira paciente a fazer um procedimento cirúrgico all-inclusive com a VIDIA e cuja história você pode conferir clicando AQUI – também se encaixam na categoria de cirurgias eletivas.

Essa situação não ocorreu somente no Brasil. A mídia norte-americana, por exemplo, apresentou inúmeros relatos de pacientes que tiveram suas cirurgias adiadas e se viram obrigados a permanecer ainda mais tempo sofrendo com dores e ansiedade.

A boa notícia é que Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, no início de junho, algumas diretrizes para que os hospitais retomassem a agenda de cirurgias e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) já reestabeleceu os prazos de atendimento dos planos de saúde. Haverá, provavelmente, um aumento da fila tanto no SUS quanto na rede privada, mas ao menos os pacientes já podem voltar a agendar seus procedimentos, sonhando com a solução de seus problemas de saúde.

Entre as principais cirurgias eletivas realizadas diariamente no país estão as ortopédicas, oftalmológicas (especialmente casos de catarata), otorrinolaringológicas (para tratar ouvidos, nariz e garganta), urológicas (para tratamento do aparelho urinário) e as cirurgias vasculares (especialmente as cirurgias de varizes).

Vidia Assessoria
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